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Qualidade de vida, crescimento pessoal, aperfeiçoamento profissional e busca do autoconhecimento

DEUSVOCE.com conduz o ser humano a obter a plena saúde espiritual, mental, física e social.  

O BEM NUTRIDO

ALIMENTAÇÃO NATURAL

Inserido no setor de saúde, existe a área de Alimentação Natural, no qual se propõe a difundir a idéia da  DEUSVOCE.com com relação à promoção de saúde através da utilização de alimentos com energia vital.

Para uma melhor compreensão do nosso trabalho, apresentamos um estudo dentro da linha de pensamento que conceitua a Verdade, segundo DEUSVOCE.com

MISSÃO DO ALIMENTO
Manter a vida, fornecendo Elemento Espiritual do Solo, para estimular e preservar o vigor do espírito e do físico do ser humano, para que este cumpra sua missão com autêntica saúde.

MISSÃO DA ALIMENTAÇÃO
Vivificar, de forma prazerosa, alimentos que contenham Energia Espiritual do Solo.

SUAS FUNÇÕES

  • - Fortalecer o aparelho digestório
  • - Eliminar toxinas do corpo humano
  • - Promover a capacidade natural de recuperação
  • - Fornecer nutrientes necessários para harmonizar o organismo

FORMAS DE COMO FAZER

  • - Produção com técnicas que respeitam as leis da Grande Natureza
  • - Preparação com envolvimento de sinceridade e gratidão
  • - Utilização de técnicas culinárias saudáveis

A NOSSA FUNÇÃO
Estudar, praticar e ensinar o significado da alimentação Natural.
Promover de forma alegre e dinâmica a adoção de novos hábitos saudáveis.

imagem oficina culinária

VOCE PREFERE ESTAR  Desmilinguido OU BEM NUTRIDO ...

FORTALECIDO...

PENSE E REPONDA PRA DEUS...

Mel é um alimento, geralmente encontrado em estado líquido viscoso e açucarado, que é produzido pelas abelhas a partir do néctar recolhido de flores e processado pelas enzimas digestivas desses insetos, sendo armazenado em favos em suas colmeias para servir-lhes de alimento durante o inverno.

Variedades de mel

Existem dezenas de variedades de mel de abelhas que podemos obter: segundo a floração, os terrenos de obtenção ou ainda segundo as técnicas de preparação. Dessa forma variam em cor, aroma e sabor. Diferenciam-se, assim, na cor, indo do branco incolor, amarelo ao castanho principalmente.

Outra característica marcante em alguns méis é a consistência líquida ou endurecida que poderá apresentar quando armazenado em recipiente, sendo de igual qualidade sob esse aspecto.

No que diz respeito ao néctar, pode provir de uma única flor (mel monofloral) ou de várias (mel plurifloral).

Certamente não há mel rigorosamente monofloral, entretanto a presença de outro néctar em pequena quantidade não influi apreciavelmente no seu aroma, cor e sabor.

Composição e uso

Além de ser utilizado como adoçante, o mel sempre foi reconhecido devido às suas propriedades terapêuticas. De um modo geral, o mel é constituído, na sua maior parte (cerca de 75%), por hidratos de carbono, nomeadamente por açúcares simples (glicose e frutose). O mel é também composto por água (cerca de 20%), por minerais (cálcio, cobre, ferro, magnésio, fósforo, potássio, entre outros), por cerca de metade dos aminoácidos existentes, por ácidos orgânicos (ácido acético, ácido cítrico, entre outros) e por vitaminas do complexo B, por vitamina C, D e E. O mel possui ainda um teor considerável de antioxidantes (flavonóides e fenólicos).

Os vários tipos de mel variam em função das plantas de onde é extraído o néctar e, também, de acordo com a localização geográfica dessas plantas e os tipos das abelhas produtoras. Por esta razão, o mel pode apresentar consistências e cores diferentes. Devido ao seu teor de açúcares simples, de assimilação rápida, o mel é altamente calórico (cerca de 3,4 kcal/g), pelo que é útil como fonte de energia.

É importante salientar que, a despeito de o mel utilizado atualmente em maior escala na alimentação humana provir da produção das abelhas melíferas, existem outros insetos que também o produzem em menor quantidade e não são explorados economicamente.

 Pólen (do grego "pales" = "farinha" ou "pó") é o conjunto dos minúsculos grãos produzidos pelas flores das angiospermas (ou pelas pinhas masculinas das gimnospérmas), que são os elementos reprodutores masculinos ou microgametófitos, onde se encontram os gâmetas que vão fecundar os óvulos, que posteriormente irão se transformar em sementes.

Os grãos de pólen são normalmente arredondados, embora os dos pinheiros sejam alados, e podem ser muito pequenos, apenas alguns micra. O mais pequeno grão de pólen conhecido é o do Myosotis, com cerca de 6 μm (0.006 mm) de diâmetro. A forma e ornamentação dos grãos de pólen é típica de cada família ou mesmo espécie de plantas.

O pólen contém uma grande proporção de proteínas (16 a 40 %) contendo todos os aminoácidos conhecidos, assim como numerosas vitaminas, principalmente as vitaminas C e PP, sendo a principal fonte de alimentação das abelhas. Outro importante produto fabricado com pólen é a geleia real. Esta composição do pólen pode ser responsável pelas alergias que lhe são atribuídas.

Pesquisas recentes indicam que o pólen é o alimento mais completo e valioso da natureza, pois além de conter todos os aminoácidos essenciais ao organismo humano, também é rico em oligoelementos minerais, fibras, hormônios vegetais e vitaminas (conforme mencionado anteriormente). O pólen também estimula o funcionamento de todos os órgãos internos, melhorando, inclusive, o desempenho sexual. Tem valor nutritivo muito superior à carne ou à proteína de soja. Possui propriedade antioxidante, antianêmica e auxiliar no tratamento preventivo da prostatite. Pode ser utilizado no tratamento de anemias profundas visto que eleva rapidamente a taxa de hemoglobina no sangue.

O estudo do pólen é a palinologia.

Própolis (ou própole)

Os gregos chamavam ‘própolis’ às portas de uma cidade, voz tomada pelo prefixo ‘pro-‘ e ‘polis’ (cidade). Mais tarde, Plínio empregou esta palavra em latim para dar nome à cera – extraída da polpa das árvores – com a qual as abelhas recobrem a entrada de suas colméias a fim de protegê-las contra fungos e bactérias.

As propriedades antibióticas e fungicidas desta substância, que em nossa língua se chama própole, eram conhecidas desde a mais remota antiguidade pelos sacerdotes egípcios e pelos médicos gregos e romanos, assim como por algumas culturas sul americanas.

Própolis, ou própole, está vinculada através de ‘polis’ com muitas outras palavras da nossa língua, tais como político (relativo à cidade), metrópole (cidade principal) e policlínica (estabelecimento de saúde pública para atenção a uma cidade). ‘Polis’ provém do sânscrito ‘pur’ (cidade fortificada), que se encontra no nome de Singapura (cidade dos leões).

Própolis é uma substância resinosa obtida pelas abelhas através da coleta de resinas da flora (pasto apícola) da região, e alteradas pela ação das enzimas contidas em sua saliva. A cor, sabor e o aroma da própolis variam de acordo com sua origem botânica.

A palavra "propolis" vem do grego: ["pro"=em favor de] + ["polis"=cidade], isto é, para o bem, em defesa da cidade, no caso, a colmeia. Escreve-se O ou A Própole.

Composição

Sua composição é de 55% resinas vegetais; 30% cera de abelhas; 8 a 10% de óleos essenciais; e 5% de pólen aproximadamente.

A diferença entre os tipos de própolis está vinculada à sua origem botânica e à espécie de abelha que a produziu. A própolis verde do Brasil está associada a planta Baccharis dracunculifolia, conhecida também como alecrim-do-campo, onde é nativo.

Dos mais de 200 compostos químicos já identificados na própolis, entre os principais compostos ativos podemos citar os compostos flavonóides, ácidos aromáticos, terpenóides, aldeídos, álcoois, ácidos alifáticos e ésteres, aminoácidos, esteróides, açúcares, etc.

Geleia real é a secreção produzida pelas glândulas hipofaríngeas das jovens abelhas operárias, durante um breve periodo de suas vidas. A continuidade é obtida pela produção das novas jovens operárias da colméia. A rainha dessa maneira sempre deverá produzir ovos.

Este alimento é empregado pelas abelhas para alimentar suas larvas por 3 dias aproximadamente, a rainha durante toda a sua vida, sendo dado também aos zangões no período inicial de suas vidas. Também misturado com mel.

geléia real é um produto natural, produzido pelas abelhas jovens para alimentar a rainha. Contém notáveis quantidades de proteínas, lipídeos, carboidratos, vitaminas, hormônios, enzimas, substâncias minerais, fatores vitais específicos, substancias biocatalizadoras nos processos de regeneração das células, desenvolvendo uma importante ação fisiológica. Não se conhece na biologia e medicina, outra substância com semelhante efeito sobre crescimento, longevidade e reprodução das espécies.

 
Importância da Geléia Real

A Geléia real é fornecida como alimento durante 3 dias a todas as crias de abelhas e para a rainha, durante toda a vida. As crias de abelhas operárias, durante esses 3 dias, alcançam o maior desenvolvimento, aumentam seu peso em cerca de 250 vezes mais. A rainha, que sempre recebe a geléia real, terá o dobro do peso da operaria e a sua vida pode chegar até 5 anos, sendo muito prolifera (pode por cerca de 3000 ovos ao dia). Por outro lado, a abelha operária, que é geneticamente igual a rainha, e não recebe geléia real diariamente, vive apenas 35 a 40 dias. Por esses fatos, os valores da geléia real tornam-se claramente evidentes.

Chauvin em 1922, professor na  Universidade de Sorbone, recomendou o uso da geléia real na terapia humana. Vários estudos foram feitos a partir daí, investigações em doentes e observações de controle  médico.

As indicações do uso da geléia real foram descritas assim: “é um estimulante biológico com ação energética e regeneradora do organismo. Recomenda-se em casos de cansaço, astenia, falta de apetite, nos estados de esgotamento físico e nervoso, transtornos de comportamento, de adaptação social e escolar (rendimento psíquico baixo), nos jovens durante o período de puberdade e adolescência, assim como se recomenda como Tônico geral  nas enfermidades com evolução crônica, anemia, anorexia e outros. Não apresenta efeito secundário, portanto, não tem contra indicações.   

A Geléia Real não é remédio, é um alimento concentrado, com eficácia para o crescimento, a longevidade e a reprodução. 

Composição Química da Geléia Real

Amostra de 100g.

Tiamina (Vitamina B1) ....................................................................690.0 mcg

Ác. Pantotênico (Vitamina B3) .....................................................15.453.3 mcg

Piridoxina (Vitamina B6)............................................................... 1.833.6 mcg

Biotina ..........................................................................................114.0 mcg

Ác. Fólico ....................................................................................... 40.0 mcg

Vitamina B12 ............................................................................... 445.3 mcg

Inositol ................................................................................. 11.000.0  mcg

Acetil Colina .........................................................................  95.8000.0 mcg

Vitamina C ............................................................................... 8.929.9 mcg

Vitamina A .................................................................................... 349.9 ug

Vitamina D ...................................................................................... 66.6 ug

Vitamina E  ..................................................................................1.933.3 ug

 

Como usar a Geléia Real:

Em Geral: usar uma espátula, que corresponde a 1,00g diariamente em jejum, colocando em baixo da língua. Pode ser inserida com mel, sucos, diluída em água filtrada (3 dedos em um copo).

Em caso de fraqueza, doenças graves e convalescença: Sugerimos tomar mais vezes ao dia (5 a 7 vezes) com doses menores, de 0,25g. (1/4 de espátula)

Em caso de doenças pulmonares, fígado e intestino: Sugerimos ingerir a geléia em jejum 0,5g a 1,00g e antes de dormir: 0,5g

É necessário estocar a Geléia Real à temperaturas abaixo de 0º C. (Frezzer). Ao abrir a embalagem, manter na geladeira enquanto se consome.

                                        APITOXINA USO DE FERRÃO DE ABELHA

                                           

 

O que é a Apitoxina?
A apitoxina, veneno produzido pelas abelhas, é uma mistura complexa de enzimas, peptídeos e aminoácidos.Contém, ainda, em pequenas quantidades, carboidratos e lípides.
Para se conseguir obter 1g de veneno seco é necessário coletar a apitoxina de cerca de 10.000 abelhas.

Componentes da Apitoxina.

Quatrocomponentes são destacados na composição de apitoxina. Dois são peptídeos de baixo peso molecular:- a melitina, cera de 50% do peso seco;
- a apamina, cerca de 3% do peso seco.Os outros dois temação enzimática:
- a hialuronidase, que decompõe o principal polissacarídeo da matriz celular epitelial, o ácido hialurônico.
- a fosfolipase A2, que rompe a estrutura dos fosfoacilgliceróis da membrana das células.
Entre outros peptídeos já descritos, destacam-se:
- peptídeo MCD, cardropep, adolapina, tertiapina, secapina, peptídeo de Nelson, procarminas A e B.
Além disso, ocorrem compostos nitrogenados de outras classes como a noradrenelina, dopamina, solapiveno e catecolaminas.


Aplicações de Apitoxina:

A maior parte das aplicações e usos terapêuticos de apitoxina, muito difundidos na Rússia e Europa Ocidental, referem-se à prevenção e tratamento natural da artrite, esclerose e reumatismo com ausência ou minimização de efeitos colaterais.

Várias outras aplicações tem sido relatadas, incluindo terapias para:
- controle e permeabilidade dos vasos capilares;
- distúrbios otorrinolaringológicos;
- doenças ginecológicas;
- tuberculose;
- herpes ocular;
- esclerose múltipla;
- lipemia;
- estimulação das funções sexuais;
- infecções bacterianas e fúngicas;
- inibição da propagação e metástase de células tumorais.


Cera de abelhas é tão antiga quanto a própria história das abelhas e de sua exploração pelo homem.

Conhecida desde a mais remota antigüidade, era usada, dentre outras inúmeras aplicações, como pagamento de tributos, taxas e multas. Em 181 D.C. , Córsega pagava a Roma um tributo anual de 38 toneladas de cera.

Foram encontrados blocos de cera inalterados em túmulos egípcios e em navios naufragados. Como a cera possui oxidação lenta, dura por muito tempo, desde que não seja atacada por traças da cera ou exposta a altas temperaturas.

COMO É PRODUZIDA A CERA PELAS OPERÁRIAS?
Ela é secretada por quatro pares de glândulas ceríferas que se localizam do quarto ao sétimo segmentos do lado ventral do abdome das abelhas operárias com idade variando entre 12 à 18 dias.
Essas glândulas ceríferas secretam a cera na forma líquida dissolvida em uma substância volátil, que na superfície externa do tegumento se evapora, deixando as placas de cera. Cada placa é feita de uma ou mais secreções, possuindo uma espessura de 0,6 à 1,6 mm com peso médio de 1,3 mg.
As operárias puxam estas escamas de cera para trás com o auxílio das patas traseiras e às levam as dianteiras e a boca, para serem amassadas e moldadas, utilizando a secreção das glândulas mandibulares.
Centenas de abelhas operárias participam na edificação de um só alvéolo, sendo que cada operária pode manter-se em atividade pelo tempo médio de 1 minuto.
Para a secreção da cera é imprescindível a ocorrência de certos fatores, tais como: temperatura no grupo de abelhas de 33 à 36ºC, em média; presença de abelhas operárias com idade de 12 à 18 dias; alimentação abundante, e a necessidade da construção de favos. Cerca de 45 dias após a chegada de um enxame, 90% dos favos já foram construídos.


PRODUÇÃO COMERCIAL
Até 1977, os principais estados brasileiros produtores de cera de abelhas eram Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, alternando-se no 1º lugar. A partir daí, as maiores produções passaram a ser dos estados do Piauí e Bahia.

A produção de cera no Brasil foi crescente até 1966, quando chegou a 1.432 toneladas sendo que a produção de mel apresentou situação semelhante. Desde então, a produção de cera foi se reduzindo até 1981 quando atingiu a quantia e 505 toneladas. A partir dessa data a produção vem aumentando consideravelmente, atingindo 1.000 toneladas.

Há de se destacar que a proporção de mel e cera subiu de 5,5:1, em 1966, para 14:1 em 1986, o que significa que a tecnologia da apicultura brasileira tem se aprimorando.


 Guaraná é um arbusto originário da Amazônia, encontrado no Brasil e Venezuela, cultivado principalmente no município de Maués AM e na Bahia. Seu nome científico é Paullinia cupana Kunth e pertence a família Sapindaceae. O nome Paullinia foi atribuído por Lineu ao género a que pertence o guaraná em homenagem ao médico e botânico alemão Simon Pauli. É também conhecido por uaraná, narana, guaranauva, guaranaina, guaraná cerebral e guaraná-da-amazônia.

O seu fruto possui grande quantidade de cafeína (chamada de guaraína quando encontrada no guaraná) e devido a suas propriedades estimulantes é usada na fabricação de xaropes, barras, pós e refrigerantes. Tem casca vermelha e quando maduro deixa aparecer a polpa branca e suas sementes, assemelhando-se com olhos. Na região próxima ao município de Maués, onde é cultivada, os índios da nação saterê-mawé têm lendas sobre a origem da planta.

Em Portugal, produzem-se refrigerantes de guaraná desde o final da década de 1990, sendo inicialmente importados do Brasil. O refrigerante de guaraná mais vendido do mundo é o Guaraná Antarctica, produzido desde abril de 1921 no Brasil.

Efeitos da ingestão

Guaraná é um estimulante, aumenta a resistência nos esforços mentais e musculares, diminui a fadiga motora e psíquica. Por meio da cafeína que possui, o guaraná produz maior rapidez e clareza do pensamento, retarda a fadiga, não tonifica o coração, leve afrodisíaco. Provê maior vitalidade do organismo, regula o ritmo cardíaco, tônico potente. Energético, estimulante, adstringente (que contraem os tecidos), tônica e estimulante do apetite, diurético (facilita a urinar mais) e anti-diarreico (contra diarréia).

A Lenda do Guaraná

As tribos de Munducurucânia eram as mais prósperas dos índios. Venciam todas as guerras, as pescas eram ótimas, os peixes, os melhores, e a doença era rara. Tudo isso por causo de um curumim , que há alguns anos nascera naquela tribo.

Ele era o mais protegido de todos. Nas pescas era acompanhado por muitos - os pescadores desviavam dos rios as piranhas, jacarés ou qualquer outro perigo. Mas, certo dia, toda a segurança foi embora: o Gênio do Mal apareceu em forma de cascavel e feriu o garoto. A tribo entrou em lamentação e em desespero.

Tupã, o Deus dos índios, atendeu a todo aquele lamento e disse :

- Tirem os olhos do curumim e plantem-no na terra firme, reguem-no com lágrimas durante 4 luas e ali nascerá a "planta da vida", ela dará força aos jovens e revigorará os velhos.

Os pajés não duvidaram, arrancaram e plantaram os olhos do curumim e regaram com lágrimas durante quatros luas.

Nasceu ali uma nova planta, travessa como as crianças, com hastes escuras e sulcadas como os músculos dos guerreiros da tribo. E quando ela frutificou, seus frutos de negro azeviche, envoltos de um arilo branco com duas cápsulas de cor vermelho-vivas. Diziam os índios:

- É a multiplicação dos olhos do príncipe !

E o fruto trouxe progresso da tribo. Ajudou os velhos e deu mais força aos guerreiros.

Açaí ou juçara é o fruto da palmeira conhecida como açaizeiro, cujo nome científico é Euterpe oleracea. É uma espécie nativa das várzeas da região amazônica, especificamente dos seguintes países: Venezuela, Colômbia, Equador, Guianas e Brasil (estados do Amazonas, Amapá, Pará, Maranhão e Acre).

O açaí é um alimento muito importante na dieta dos habitantes da Amazônia, onde seu consumo remonta aos tempos pré-coloniais. Hoje em dia é cultivado não só na Região Amazônica, mas em diversos outros estados brasileiros, sendo introduzido no resto do mercado nacional durante os anos oitenta e noventa, com modificações no modo de consumo.

O açaizeiro é muito semelhante à palmeira juçara (Euterpe edulis Mart.) da Mata Atlântica, diferenciando-se por crescer em touceiras de 3 a 25 estipes (troncos de palmeira) e podendo chegar até uns 25 metros. Da palmeira, tudo se aproveita: frutos (alimento e artesanato), folhas (coberturas de casas, trançados), estipe (ripas de telhado), raízes (vermífugo), palmito (alimento e remédio anti-hemorágico).

Pode ser consumido na forma de bebidas funcionais, doces, geléias e sorvetes. O fruto é colhido subindo-se na palmeira com o auxílio de uma trançado de folha amarrado aos pés - a peconha.

Para ser consumido, o açaí deve ser primeiramente despolpado em máquina própria ou amassado manualmente (depois de ficar de molho na água), para que a polpa se solte, e misturada com água, se transforme em um suco grosso também conhecido como vinho do açaí.

A forma tradicional na Amazônia de tomar o açaí é gelado com farinha de mandioca ou tapioca. Há quem prefira fazer um pirão com farinha e comer com peixe assado ou camarão e mesmo os que preferem o suco com açúcar (ainda assim, bem mais grosso que qualquer suco servido no sudeste).

As sementes limpas são muito utilizadas para o artesanato. Quando descartadas, servem como adubo orgânico para plantas.

Nas demais regiões do Brasil, o açaí é preparado da polpa congelada batida com xarope de guaraná, gerando uma pasta parecida com um sorvete, ocasionalmente adicionando frutas e cereais, o que não é bem visto pelos habitantes da região Norte, que encaram a mistura como um desperdício de açaí. Conhecido como açaí na tigela, é um alimento muito apreciado por frequentadores de academias e desportistas.

Origem do nome

A etimologia da palavra açaí encontra-se no vocábulo tupi ïwasa'i que significa "fruto que chora", ou seja, fruta que expele água.

Valor nutricional

Por 100g (cem gramas) de polpa:

  • Calorias: 247kcal
  • Proteínas: 3,8g
  • Lipídios: 12,2g
  • Fibra: 16,90g
  • Cálcio: 118mg
  • Ferro: 11mg
  • Fósforo: 0,5mg
  • Vitamina B1: 11,80
  • Vitamina B2: 0,36
  • Vitamina C: 0,01

Apesar do alto teor de gordura do açaí, trata-se em grande parte de gorduras monoinsaturadas (60%) e poliinsaturadas (13%) , também presentes no abacate. Estas gorduras são benéficas e auxiliam na redução do colesterol ruim (LDL) e melhoram o HDL, contribuindo na prevenção de doenças cardiovasculares como o infarto do coração.

Soja é um grão rico em proteínas, cultivado como alimento tanto para humanos quanto para animais. A soja pertence à família Fabaceae (leguminosa), assim como o feijão, a lentilha e a ervilha. A palavra soja vem do japonês shoyu. A soja é originária da China.

O maior produtor de soja do mundo são os Estados Unidos, seguido do Brasil, Argentina, China, Índia e Paraguai. A produção mundial de soja em 2004 foi de 190 milhões de toneladas.

O óleo de soja é o mais utilizado pela população mundial no preparo de alimentos. Também é extensivamente usado em rações animais. Outros produtos derivados da soja incluem óleos, farinha, sabão, cosméticos, resinas, tintas, solventes e biodiesel.

A soja é uma das plantações que estão sendo geneticamente modificadas em larga escala, e a soja transgênica está sendo utilizada em um número crescente de produtos. Atualmente, 80% de toda a soja cultivada para o mercado comercial é transgênica.

A soja é considerada uma fonte de proteína completa, isto é, contém quantidades significativas de todos os aminoácidos essenciais que devem ser providos ao corpo humano através de fontes externas, por causa de sua inabilidade para sintetizá-los.

Como ilustração do poder nutritivo da soja, saliente-se o fato de que ela é o único alimento protéico fornecido por organizações humanitárias a africanos famélicos. Com uma alimentação exclusivamente baseada em soja, crianças à beira da morte recuperam todo o seu peso em poucas semanas. Esse fenômeno ocorreu em larga escala nas crises humanitárias de Biafra (Década de 1970), Etiópia (Década de 1980) e Somália (Década de 1990).

O processo de beneficiamento da soja, incia-se com o esmagamento, no qual basicamente se separa o óleo bruto (aproximadamente 20% do conteúdo do grão) do farelo, utilizado largamente como ração animal. O óleo bruto passa por um processo de refino até assumir propriedades ideais ao consumo como óleo comestível.

Chá verde é um tipo de chá feito a partir da infusão da erva Camellia sinensis. É chamado de verde porque as folhas da erva sofrem pouca oxidação durante o processamento, o que não acontece com as folhas do chá preto. Algumas outras ervas são vendidas a título de chá verde, porém o verdadeiro chá verde é o feito a partir da folha do arbusto Camellia sinensis.

Muito popular na China e no Japão, há pouco tempo começou a ser consumido com maior freqüência no ocidente, tradicional consumidor de chá preto, devido tanto a uma tendência orientalista, quanto às propriedades antioxidantes a ela atribuídas.

A preparação do chá verde difere um pouco dos chás tradicionais. A água não deve estar fervendo, pois do contrário as folhas acabam sendo cozidas e proporcionando um gosto amargo à bebida. O tempo de infusão também não deve ser maior que 3 minutos.

História do chá verde

Até a invenção acidental do chá preto na China, durante o século XVII, o chá não era dividido por cores, e era processado de maneira simples, a partir de folhas secas picadas, ou transformado em um bolo, comparável ao Pu-erh.

Chá verde no mundo

Originalmente da China, o chá foi levado ao Japão através de monges que viajavam entre os dois países. Curiosamente, o chá verde foi o único chá que se popularizou no Japão, mas foi de maneira única, tornando-se a bebida mais consumida do país, superando refrigerantes e bebidas alcoólicas.

O chá verde também é produzido em outros países da Ásia, inclusive em produtores tradicionais de chá preto, como Índia e Ceilão, mas com técnicas diferentes das japonesas.

Fora da Ásia, devido à imigração japonesa, o chá verde também é produzido no sudeste do Brasil, particularmente no estado de São Paulo. Embora existam marcas de qualidade reconhecida, é comum encontrar sob o nome de chá verde, compostos de plantas, incluindo o mate. Isso é devido à grande generalidade do termo chá usado no Brasil, que pode se referir a qualquer infusão, popularmente.

O Chá Verde é cultivado também no arquipélago dos Açores, mais própriamente na ilha de São Miguel. Sendo cultivado e comercializado o Chá Verde de tipo "Hysson".

Benefícios à saúde

Estudos indicam que o chá verde é rico em substâncias antioxidantes, chamadas polifenóis, que evitam a ação destrutiva das moléculas de radicais livres que degeneram as células, auxiliando, por exemplo, no combate ao câncer e ao envelhecimento.

O chá verde também é rico em tanino que faz diminuir as taxas do LDL (colesterol ruim) e fortalece as artérias e veias favorecendo a prevenção de doenças cardíacas e circulatórias. Possui bioflavonóides e catequinas: substâncias que bloqueiam as alterações celulares que dão origem aos tumores.

O chá verde também possui manganês, potássio, ácido fólico, vitamina C, vitamina K, vitamina B1 e a vitamina B2.

Antes restrito às lojas de produtos naturais, o chá verde já é facilmente encontrado nos supermercados. Preferido dos chineses, ele tem a mesma origem do chá preto. Os dois e também o "ban chá", consumido mais pelos japoneses, são produzidos a partir da planta Camellia sinensis.

O chá verde é diurético e um excelente laxante natural.

Aloe vera (sin. A. barbadensis Mill., A. vulgaris Lam.), conhecida popularmente no Brasil como babosa e em Portugal como aloés, é uma espécie de planta do género Aloe, nativa do norte de África. Encontram-se catalogadas mais de 200 espécies de Aloe. Deste universo, apenas 4 espécies são seguras para uso em seres humanos, dentre as quais destacam-se a Aloe arborensis e a Aloe barbadensis Miller, sendo esta última reconhecida como a espécie de maior concentração de nutrientes no gel da folha.

Aloe barbadensis é conhecido como Aloe vera (do latim vera, "verdadeira") ou aloés, tem um aspecto de um cacto de cor verde, mas este pertence à família dos lírios. Esta planta por dentro tem um líquido viscoso e macio.

A Aloe vera floresce no começo da primavera, geralmente com flores de um amarelo vivo em uma longa haste que se projeta para fora do centro da roseta. Suas flores são, ocasionalmente, de cor laranja ou vermelha. Em uma planta já desenvolvida, a haste se eleva, geralmente, de 60 a 90 centímetros acima da extremidade das folhas. Como suas folhas são suculentas, elas estão cheias de uma substância gelatinosa que pode ser extraída e então engarrafada ou incorporada em vários produtos.

O Aloe Barbadensis, ou Aloe Vera, tem folhas espinhosas de cor verde, com o formato de lanças que crescem numa formação de roseta (tal qual pétalas de rosa). Suas folhas, frequentemente, crescem até 75 cm e podem chegar a pesar de 1,4 a 2,3 kg cada uma.

A Aloe Vera é uma planta originária de regiões desérticas. Por causa do meio hostil em que se desenvolve, ela adquiriu inúmeras capacidades para sobreviver onde muito poucas espécies vegetais conseguem. Além de crescer no deserto ela também só é encontrada em certas zonas tropicais do mundo e por esta razão não é muito conhecida em regiões de climas frios.

O Aloe vera é uma planta utilizada para diversos fins medicinais há muitos anos. Geralmente é utilizada para problemas relacionados com a pele (acne, queimaduras, psoríase, hanseníase, etc). Pesquisadores encontraram relatos do uso desta planta entre civilizações antigas como os egípcios, gregos, chineses, macedônios, japoneses e mesmo citações na Bíblia deixam claro que era comum o uso desta planta na antiguidade.

É um poderoso regenerador e antioxidante natural. A esta planta são reconhecidas propriedades antibacteriana, cicatrizante, capacidade de re-hidratar o tecido capilar ou dérmico danificado por uma queimadura, entre outras.

A babosa aplicada sobre uma queimadura, ajuda rapidamente a retirar a dor, pelo seu efeito re-hidratante e calmante. Pelo mesmo efeito re-hidratante lentamente irá reparando o tecido queimado, curando desta forma a queimadura.

A Babosa tem poder de reter água para se manter o tempo todo bem hidratada, mesmo sob o calor produzido pelo sol escaldante do deserto.

Aloe vera é um excelente nutriente, com importantes proteínas, vitaminas e sais minerais. Com sua constituição química permite a penetraçao na pele e assim levar importantes nutrientes para as células vivas.

Contém várias enzimas, cujas atividades não são totalmente compreendidas

  • A Aloe Vera também pode ser utilizada para regular o trânsito intestinal, sendo muito utilizada para casos de intestino preso e baixa absorção de nutrientes.

Referências à Aloe Vera

  • A Aloe Vera, é tida por historiadores, como o grande segredo de beleza utilizado por Cleópatra, no antigo Egito. Ela se utilizava de suas propriedades para tratar sua pele que encantava a todos. A Babosa era transportada pelos soldados de Alexandre, o Grande, como medicamento de primeiros socorros para curar ferimentos, abreviando sua cicatrização.
  • Os chineses da antiguidade faziam uso da Aloe Vera como medicamento, isso há 6.000 anos.
  • Há 2.000 anos atrás, o médico grego Penadius Discorides enumerou os usos da Aloe Vera como produto para o tratamento interno e externo como cuidar da pele, tratamento de queimaduras, manchas, perda de cabelo, indisposição estomacal.
  • A Aloe Vera foi administrada como medicamento aos marinheiros de Cristóvão Colombo e depois, largamente utilizada por missionários no Novo Mundo descoberto por ele.
  • A Aloe Vera também era largamente utilizada por antigas tribos do México e América Central e do Sul para tratar do cabelo, pele, couro cabeludo e problemas de estômago.
  • As tribos dos índios Seminole, que povoavam parte dos Estados Unidos e hoje vivem na Flórida, Oklahoma e Arkansas, utilizavam a Aloe Vera para cobrir as incisões cirúrgicas e ferimentos das batalhas.
  • A Comissão de Energia Atômica dos EUA usou o Gel de Aloe Vera no tratamento de queimaduras provocadas por raio-X.

 Castanha-do-pará, ou castanha-do-brasil é a semente da castanheira-do-pará (Bertholletia excelsa) uma árvore da família botânica Lecythidaceae, nativa emergente da Floresta Amazônica.

É um fruto com alto teor calórico e protéico, além disso contém o elemento selênio que combate os radicais livres e muitos estudos o recomendam para a prevenção do câncer (cancro).

É a única espécie do gênero Bertholletia. Nativa das Guianas, Venezuela, Brasil (Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará e Rondônia), leste da Colômbia, leste do Peru e leste da Bolívia, ela ocorre em árvores espalhadas pelas grandes florestas às margens do Rio Amazonas, Rio Negro,Rio Orinoco, Rio Araguaia e Rio Tocantins .O gênero foi batizado em homenagem ao químico francês Claude Louis Berthollet.

Atualmente é abundante apenas no norte da Bolívia e no Suriname. Incluída na Lista Vermelha da IUCN como vulnerável, o desmatamento é a ameaça a sua populações. Nas margens do Tocantins foi derrubada para a construção de estradas e de uma barragem, no sul do Pará por assentamentos de sem-terra, no Acre e no Pará a criação de gado provoca sua morte, e a caça das cotias que são os dispersores de suas sementes ameaça a formação de novos indivíduos.

É altamente consumida pela população local in natura, torrada, ou na forma de farinhas, doces e sorvetes. Sua casca é muito resistente e requer grande esforço para ser extraída manualmente.

Alimentação

As castanhas-do-pará possuem 18% de proteína, 13% de carboidratos e 69% de gordura. A proporção de gorduras é de aproximadamente 25% de gorduras saturadas, 41% de monoinsaturadas e 34% de poliinsaturadas.Possuem um gosto um tanto terroso, muito apreciado em vários países. O conteúdo de gordura saturada das castanhas-do-pará está entre o mais alto de todas as castanhas e nozes, superando até mesmo o da macadâmia. Devido ao gosto forte resultante, as castanhas-do-pará podem subtituir frequentemente macadâmias ou mesmo o côco em receitas. Castanhas-do-pará retiradas de suas cascas tornam-se rançosas rapidamente. As castanhas também podem ser esmagadas para se obter óleo.

Nutricionalmente, as castanhas-do-pará são ricas em selênio, embora a quantidade de selênio varie consideravelmente. São também uma boa fonte de magnésio e tiamina. Algumas pesquisas indicaram que o consumo de selênio está relacionado com uma redução no risco de câncer de próstata. Isto levou alguns analistas a recomendarem o consumo de castanhas-do-pará como uma medida preventiva. Estudos subsequentes sobre o efeito do selênio no câncer de próstata foram inconclusivos.

Medicinal

O chá da casca da castanheira-do-pará é usado na Amazônia para tratamento do fígado, e a infusão de suas sementes para problemas estomacais.

Por seu conteúdo em selênio, a castanha é antioxidante.

Seu óleo é usado como umidificador da pele

Outros usos

Assim como no uso alimentar, o óleo extraído da castanha-do-pará também é usado como lubrificante em relógios, para se fazer tintas para artistas plásticos e na indústria de cosméticos.

A madeira das castanheiras-do-pará é de excelente qualidade, porém a sua extração está proibida por lei nos três países produtores (Brasil, Bolívia e Peru). A extração ilegal de madeira e a abertura de clareiras representa uma ameaça contínua.

O efeito da castanha-do-pará, no qual itens maiores misturados em um mesmo recipiente com itens menores (por exemplo, castanhas-do-pará misturados com amendoins) tendem a subir ao topo, recebeu o nome desta espécie

 


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